terça-feira, 12 de junho de 2012
Feliz!
Estou feliz! Não me perguntem por quê. Não saberei dizer, ao certo, os motivos. Na verdade, eu sei, mas demoraria muito explicitá-los. Só gostaria de deixar registrado, como fiz há alguns dias, que as mudanças (ou melhor, os acréscimos) são possíveis (ainda mais no meu caso, uma metamorfose ambulante! Hehehehehe). Por muito tempo eu deixei de ser essa pessoa mutante. Tentei ser estável para me adequar a situações que eu achei que permaneceriam, mas tudo muda. As coisas eram melhores quando eu também mudava. A partir do momento em que me "engessei", muita coisa não ficou boa e perdi muitas oportunidades. Eu sempre disse: "mutatis mutandis", mas deixei de fazer isso um tempo (ou fiz parcialmente). A hora é agora! O momento é já! Estou feliz! :D
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Bandolins
Ouvi esta música esses dias e me lembrei de alguém: eu! Hahahaha... Ela tem um significado para mim que não sei expressar. Eu a conheci numa época muito particular da minha vida e depois ela marcou alguns momentos. Ouvi-la, há alguns dias, só fez com que eu reforçasse essas lembranças e despertasse um sentimento que já estava adormecido. Não tentem entender, pois não creio que seja possível. Só eu é que sei do que estou falando - e o que estou sentindo. No mais, fiquem com a letra, que é maravilhosa:
Bandolins
Oswaldo Montenegro
Como fosse um par que
Nessa valsa triste
Se desenvolvesse
Ao som dos bandolins
E como não,
E por que não dizer
Que o mundo respirava mais
Se ela apertava assim
Seu colo como se não fosse um tempo
Em que já fosse impróprio
Se dançar assim
Ela teimou e enfrentou o mundo
Se rodopiando
Ao som dos bandolins
Como fosse um lar
Seu corpo a valsa triste iluminava
Nessa valsa triste
Se desenvolvesse
Ao som dos bandolins
E como não,
E por que não dizer
Que o mundo respirava mais
Se ela apertava assim
Seu colo como se não fosse um tempo
Em que já fosse impróprio
Se dançar assim
Ela teimou e enfrentou o mundo
Se rodopiando
Ao som dos bandolins
Como fosse um lar
Seu corpo a valsa triste iluminava
E a noite caminhava assim
E como um par
O vento e a madrugada
Iluminavam a fada
Do meu botequim
Valsando como valsa uma criança
Que entra na roda
A noite tá no fim
Ela valsando
Só na madrugada
Se julgando amada
Ao som dos bandolins...
E como um par
O vento e a madrugada
Iluminavam a fada
Do meu botequim
Valsando como valsa uma criança
Que entra na roda
A noite tá no fim
Ela valsando
Só na madrugada
Se julgando amada
Ao som dos bandolins...
terça-feira, 5 de junho de 2012
Wall-E
"[...] (Cornelius)
And that is all that love's about
(Mrs. Molloy)
And we'll recall when time runs out
(Both)
That it only took a moment
To be loved a whole life long!"
(Mrs. Molloy)
And we'll recall when time runs out
(Both)
That it only took a moment
To be loved a whole life long!"
sábado, 2 de junho de 2012
Changes?
Um dia eu falei que iria mudar. Em outro dia eu falei que não iria mudar (isso me lembra uma música). Esses dias eu fiquei pensando sobre essas mudanças... Parecem difíceis, mas é falta de dar um passo e deixar que digam, que pensem, que falem (isso já é outra música). A vida está aí e, muitas vezes, é mais fácil do que parece. Muita gente tem medo e não enfrenta, não ousa, não faz o que poderia ser feito e acha que tem que tirar algumas pedras do caminho porque elas estão atrapalhando. Muita gente não tem nem coragem de olhar no olho para dizer o que pensa; como vão fazer para enfrentar outras situações? I feel sorry for them...
As for me, pensando bem, não acho que eu "possa mudar", pois seria supor que vou anular o que sou. Por que não posso acrescentar? Nossa potência de agir e as formas como podemos encarar a vida podem se ampliar, e não serem trocadas como mercadorias em escambo. Posso ser aquela mesma pessoa que gosta de Blues, mas que vai a uma Roda de Samba (foi o que aconteceu ontem). Isso não quer dizer que "sou outra". Sou a mesma, porém ALÉM! Minha potência de agir ultrapassa o que sou, pois tem a ver com o que posso ser TAMBÉM! Essas formas de existência não são excludentes, como alguns podem pensar... As coisas não são assim tão maniqueístas...
É isso aí! Mudanças? Nem tanto. Diria que são "acréscimos"... Para quem não acredita, é uma pena... Lei do Caos, imprevisibilidade: isso tudo está aí e eu sou um exemplo! Hahahahaha...
As for me, pensando bem, não acho que eu "possa mudar", pois seria supor que vou anular o que sou. Por que não posso acrescentar? Nossa potência de agir e as formas como podemos encarar a vida podem se ampliar, e não serem trocadas como mercadorias em escambo. Posso ser aquela mesma pessoa que gosta de Blues, mas que vai a uma Roda de Samba (foi o que aconteceu ontem). Isso não quer dizer que "sou outra". Sou a mesma, porém ALÉM! Minha potência de agir ultrapassa o que sou, pois tem a ver com o que posso ser TAMBÉM! Essas formas de existência não são excludentes, como alguns podem pensar... As coisas não são assim tão maniqueístas...
É isso aí! Mudanças? Nem tanto. Diria que são "acréscimos"... Para quem não acredita, é uma pena... Lei do Caos, imprevisibilidade: isso tudo está aí e eu sou um exemplo! Hahahahaha...
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Até...
Se eu colocasse o mundo dentro de uma garrafa e tudo ainda ficasse sob a lua, sem seu amor, será que ela ainda bilharia para mim?
Se eu fosse inteligente como Aristóteles e entendesse os anéis em torno da lua, que me importaria tudo isso se você me amasse?
Aqui, em seus braços, onde o mundo fica parado de uma forma impossível, com milhões de sonhos a realizar e uma questão de momentos até a dança terminar...
Aqui, em seus braços, quando tudo parece ficar mais claro, sem que eu tema coisa alguma - exceto quando este momento terminar, o do fim da dança!
Se eu colocasse o mundo dentro de uma ampulheta e montasse na lua, então poderíamos cavalgar sobre ela até as estrelas se apagarem... Até...
Um dia você encontrará um desconhecido e o ambiente ficará todo em silêncio - você sentirá que está perto de algum mistério!
À luz da lua, quando tudo se despedaça, e você sente como se o conhecesse a vida toda - a lição mais velha do mundo na história...
Aqui, em seus braços, onde o mundo fica parado de uma forma impossível, com milhões de sonhos a realizar e uma questão de momentos até a dança terminar...
Aqui, em seus braços, quando tudo parece ficar mais claro, sem que eu tema coisa alguma - exceto quando este momento terminar, o do fim da dança!
Se eu colocasse o mundo dentro de uma ampulheta e montasse na lua, então poderíamos cavalgar sobre ela até as estrelas se apagarem, até o tempo ficar parado... Até...
(Until, do Sting - tradução livre, leve e solta, feita e adaptada por mim, neste ensolado domingo de fevereiro)
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Palavras
Algumas vezes quero escrever, mas não sei bem o quê. As palavras vêm, e às vezes fogem. Elas querem dizer alguma coisa, mas se perdem, juntamente comigo, e ficamos perdidas. Por vezes, são acanhadas e não querem que o mundo as veja. Outras vezes, são ousadas e dizem o que ninguém quer ler. Quero escrever e quero que elas digam o que querem transmitir: se é paz, se é guerra, se é fantasia, se é crítica... Elas são livres para se manifestarem, e eu sou mediadora entre o que elas querem significar e o que posso transmitir por meio delas. É uma parceria que precisa ser muito avaliada e pautada na confiança, pois o ilimitado e polissêmico que elas têm podem não ser bem compreendidos pelos que não estão acostumados com as sutilezas que elas - e eu - expressam(os).
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Plucky
"Ah, férias! Três meses de bobeira sem fazer nada!" - foi a primeira frase do filme "Tiny Toon - Férias Animadas", de 1992 (dita pelo Plucky). Eu disse a mesma coisa em dezembro, mas agora esse marasmo está me incomodando! Como disse o próprio Plucky depois: "ah, que saudade da escola!". Pois é: também estou nessa!
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Memories
Lembrei-me de uma frase do filme "The Time Machine" (o de 2002):
"We all have our time machines, don't we. Those that take us back are memories... And those that carry us forward, are dreams."
É realmente incrível a capacidade que uma lembrança tem de nos "empurrar" para o passado, como uma onda que nos carrega quando estamos no mar. Nem percebemos quão longe aquela lembrança nos levou, a ponto de nem prestarmos atenção direito ao que acontece a nosso redor. A força é tão grande que parece que estamos imersos naquela época e fica difícil "voltar". É preciso um ligeiro esforço para nos trazer de volta e nos fazer encarar a realidade - que se transformou toda, pois aquela lembrança, muitas vezes, vem carregada de uma projeção do futuro que não condiz com o presente! Talvez esteja aí a dificuldade em voltar: a de saber que aquele "futuro" (o sonho) não se concretizou a partir daquele ponto do passado que estamos lembrando...
"We all have our time machines, don't we. Those that take us back are memories... And those that carry us forward, are dreams."
É realmente incrível a capacidade que uma lembrança tem de nos "empurrar" para o passado, como uma onda que nos carrega quando estamos no mar. Nem percebemos quão longe aquela lembrança nos levou, a ponto de nem prestarmos atenção direito ao que acontece a nosso redor. A força é tão grande que parece que estamos imersos naquela época e fica difícil "voltar". É preciso um ligeiro esforço para nos trazer de volta e nos fazer encarar a realidade - que se transformou toda, pois aquela lembrança, muitas vezes, vem carregada de uma projeção do futuro que não condiz com o presente! Talvez esteja aí a dificuldade em voltar: a de saber que aquele "futuro" (o sonho) não se concretizou a partir daquele ponto do passado que estamos lembrando...
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Verão
Ah! Feliz Ano Novo! Estou curtindo as férias e até estou me esquecendo do que eu disse: que escreveria mais, as pessoas lendo ou não, maaaaaas... O tempo esquentou e não aguentei: voltei às "origens", ou seja, estou indo à praia frequentemente! Seguuuuuuuura! ;)
Aí vai uma musiquinha para combinar!
Aí vai uma musiquinha para combinar!
Canção de Verão
Roupa Nova
Roupa Nova
É como um sol de verão
Queimando no peito
Nasce um novo desejo
Em meu coração
Queimando no peito
Nasce um novo desejo
Em meu coração
É uma nova canção
Rolando no vento
Sinto a magia do amor
Na palma da mão
Rolando no vento
Sinto a magia do amor
Na palma da mão
É verão!
Bom sinal!
Já é tempo
De abrir o coração
E sonhar...
Bom sinal!
Já é tempo
De abrir o coração
E sonhar...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Silence
Aí vai uma música para hoje...
The Sound of Silence
Simon & Garfunkel
Hello darkness, my old friend
I've come to talk with you again
Because a vision softly creeping
Left its seeds while I was sleeping
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence
I've come to talk with you again
Because a vision softly creeping
Left its seeds while I was sleeping
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence
In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone
'Neath the halo of a street lamp
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence
Narrow streets of cobblestone
'Neath the halo of a street lamp
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence
And in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more
People talking without speaking
People hearing without listening
People writing songs that voices never share
And no one dared
Disturb the sound of silence
Ten thousand people, maybe more
People talking without speaking
People hearing without listening
People writing songs that voices never share
And no one dared
Disturb the sound of silence
"Fools", said I, "You do not know
Silence like a cancer grows
Hear my words that I might teach you
Take my arms that I might reach you"
But my words, like silent raindrops fell
And echoed
In the wells of silence
Silence like a cancer grows
Hear my words that I might teach you
Take my arms that I might reach you"
But my words, like silent raindrops fell
And echoed
In the wells of silence
And the people bowed and prayed
To the neon god they made
And the sign flashed out its warning
In the words that it was forming
And the sign said, "The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls"
And whispered in the sounds of silence
To the neon god they made
And the sign flashed out its warning
In the words that it was forming
And the sign said, "The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls"
And whispered in the sounds of silence
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